ACADEMIC

1º Ano de Projecto

O objectivo da cadeira de primeiro ano consistia em reproduzir uma obra de um arquitecto famoso, que neste caso estamos a falar da casa T, do Arquitecto Simon Ungers

2º Ano de Projecto

Um dos trabalhos da cadeira de segundo ano consistia em conceber habitação através de um símbolo ou objecto, neste caso foi escolhido o símbolo TORII, também conhecido como tori (com apenas um i), é um símbolo japonês que, mais do que um ornamento arquitectónico, representa a abertura para um estado divino.
Simboliza a passagem do terrestre para o sagrado. Por isso, é um portal que fica sempre à entrada dos templos sagrados do Xintoísmo, a religião tradicional japonesa.

Neste trabalho teríamos que fazer um levantamento das características da cidade natal de cada um, e propor uma nova organização espacial e funcional.

3º Ano de Projecto

Neste trabalho foi-nos incumbida a tarefa de projectar uma pousada numa zona histórica da cidade da Covilhã, onde existe vestígios de muradas de um antigo castelo, bem como uma fábrica têxtil abandonada, onde teríamos que projectar ai a pousada.

Neste trabalho foi-nos incumbida a tarefa de projectar uma galeria de arte para uma localização a escolha na cidade da Covilhã.


PhD

Esta investigação teve como ponto de partida o tema desenvolvido na minha dissertação de Mestrado, que é a aplicação da Nanotecnologia nas nossas vidas, e consequentemente no presente e futuro da Arquitectura. O nosso mundo tem sido marcado com criações Arquitectónicas, que cujo seus materiais na sua maioria foram desenvolvidos e descobertos nos últimos duzentos anos. Actualmente estes materiais já foram totalmente estudados, o que nos leva a um “beco sem saída”, por outras palavras estamos “limitados” em termos de liberdade conceptual, a Nanotecnologia vem dar resposta a este problema, tornando-se essencial para a investigação de novos materiais. Se tentarmos imaginar o que nos poderá oferecer esta tecnologia, o longo praxo, quase que somos “impotentes” em termos de idealização para perceber como será a Arquitectura do futuro. Por outro lado podemos tentar adivinhar um futuro mais próximo, poderíamos conceber uma construção que fosse cinco vezes mais alta, e que suportasse cinco vezes mais cargas.
Ou porque não edifícios cujas paredes e pisos mudariam de cor com a influência do sol, e em paredes divisórias transparentes no dia, e opaco à noite. Para não falarmos na questão ambiental, pois certamente teríamos cidades mais limpas, em que na hora de construir as casas estas teriam menos desperdício de resíduos. Esta tese de Doutoramento foi dividida essencialmente em 2 partes, a primeira é feita uma recolha/divulgação do que existe hoje em dia em termos de produtos disponíveis, e a segunda trata de conceber um hipotético cenário futurista da Arquitectura. Esta proposta teve como base conceitos e certezas científicas, pois pessoalmente acho que é praticamente impossível conceber visões do futuro sem primeiro analisar o estado actual da tecnologia, e a partir deste ponto tentar perceber a evolução da mesma. Por fim gostaria de referir que um dos pilares fundamentais do meu trabalho durante todos estes anos, que foi o físico Norte-americano Eric Drexler, e a sua teoria do Montador Universal, que consiste na utilização dos Nano-Robots como instrumento de criação de novos materiais. Deixar também aqui uma palavra de amizade ao meu orientador de Dissertação de Mestrado e de Tese de Doutoramento, o Prof. Doutor Luís Miguel de Barros Moreira Pinto.